Os Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc) movimentam duas cidades catarinenses: Xanxerê (sede da regional Oeste) e Concórdia (etapa Centro-Oeste). A disputa tem início nesta quarta-feira, 19, e acontece até o próximo domingo, dia 23 de junho. E

 

ntre os dias 26 e 29 de junho, Rodeio, que abrigará as disputas da região Leste-Norte, e Araranguá, as do Sul, vão complementar a rodada de fases classificatórias para a disputa estadual, que ocorrerá em julho, em São Miguel do Oeste.

Em todas as etapas, desde as municipais, os Jesc 12-14 anos vão envolver um total de 149.538 alunos de 1.251 escolas catarinenses – o equivalente a 59,6% das 2.097 escolas existentes no Estado para esta faixa etária.

 

As cerimônias de abertura das regionais Oeste e Centro-Oeste serão realizadas nesta quarta-feira (19), às 19h.

O programa Mais Educação atende cerca de 780 crianças de Navegantes, o programa é uma proposta do Governo Federal em parceria com os municípios e proporciona atividades em tempo integral aos estudantes de escolas públicas. O objetivo é ampliar a permanência na escola das crianças que têm dificuldade de aprendizagem ou que estão em situação de vulnerabilidade social.


Conforme a coordenadora do Programa, professora Dalma Mesquita, os estudantes frequentam as aulas normalmente, e no contraturno escolar são integrados em uma série de atividades socioeducativas, acompanhamento pedagógico e participação nas oficinas de música, taekwondo, dança, informática, capoeira, percussão, recreação, xadrez, artesanato, atividades artísticas e culturais, acompanhamento no reforço escolar, educação para cidadania e direitos humanos.

 

O Programa Mais Educação acontece nas Escolas Municipais Professora Rosa Maria Xavier de Araújo (Meia Praia), Professora Maria Ivone Muller dos Santos (São Paulo), Caic (Nossa Senhora das Graças), Professora Idília Machado Ferreira (Pedreiras), Professora Eni Erna Gaya (Centro).

Moradores de Balneário Camboriú aderiram à onda de protestos que atingem diversas cidades brasileiras, e se reuniu na noite desta terça-feira, 18, no Calçadão da Avenida Central. O encontro estava marcado para as 19h, mas antes mesmo do horário estipulado, muitas pessoas já se juntavam e protestavam, cada um da sua maneira.


Sem vandalismos, com cartazes, apitos e bandeiras do Brasil, quase 7 mil pessoas caminharam pela Avenida Atlântica até a Estrada da Rainha. A Guarda Municipal estava trabalhando para que os veículos usassem rotas alternativas para chegarem aos seus destinos e a Polícia Militar escoltava os manifestantes.


Nas faixas e nas vozes, as mensagens repetiam aquilo que outros protestos ao redor do país deixavam claro: o ato não era pelos 20 centavos, em alusão ao aumento na passagem do transporte coletivo em São Paulo, que deu origem à onda de manifestações na última semana.


E os cartazes eram democráticos, com diversas causas estampadas em letras garrafais para não deixar dúvidas à população: contra as obras na Estrada da Rainha, contra a corrupção, contra a PEC 37 (que limita a atuação do Ministério Público), contra os gastos nas copas do Mundo e das Confederações e pela falta de investimentos em saúde, educação e segurança.

A Praia de Cabeçudas, em Itajaí, deve receber uma orla totalmente revitalizada para a próxima temporada de verão. É isso que prevê a Secretaria de Planejamento do município, que apresentou à comunidade na noite desta terça-feira, 18, o projeto de recuperação do local. A praia foi uma das primeiras no Litoral Norte Catarinense a receber turistas.


A obra, vai contemplar novas calçadas, instalação de bancos e condições de acessibilidade, entre outras ações. A segunda fase será a reestruturação do chamado Caminho de Cabeçudas (via que dá acesso à praia), com melhorias nas calçadas e na pavimentação.

 

Ainda não há previsão de início das obras, mas o edital de licitação já está sendo elaborado. Os recursos para execução das obras são federais, por meio da Caixa Econômica, com contrapartida da prefeitura.


Na noite de ontem os moradores puderam conhecer os projetos, tirarem dúvidas e sugerirem modificações no planejamento. Para a Associação de Moradores de Cabeçudas, a revitalização é fundamental para valorizar o bairro.

A administração municipal de Navegantes realiza nesta quarta-feira (19), durante todo o dia, a segunda edição do ano do Programa “Prefeito nos Bairros”, desta vez beneficiando os moradores do bairro Escalvados.

O atendimento à comunidade será no Salão Paroquial da Igreja Católica São José, localizado na Rua Loureci Soares da Silva, das 8h às 12 horas e das 13h30min às 17h30min.

Na semana passada o “Prefeito nos Bairros” atendeu os moradores do bairro Hugo de Almeida (Carvão), no interior do município. Os serviços mais procurados pela população foram a confecção de carteiras de identidade, informações sobre a confecção de carteira de trabalho e encaminhamento para vagas de emprego.

 

Diversos serviços de saúde, como solicitação e agendamento de consultas, testes rápidos de hepatite e orientações sobre métodos contraceptivos e doenças sexualmente transmissíveis também tiveram bastante procura. Muitos moradores aproveitaram, ainda, os serviços de corte de cabelo e manicure, enquanto os filhos brincavam ou aprendiam fazer artesanato.

 

Todos os moradores tiveram a oportunidade de falar diretamente com o prefeito Roberto Carlos de Souza e com o vice Emílio Vieira, que ficaram à disposição da comunidade durante todo o dia.

A próxima edição do Programa Prefeito nos Bairros acontece na próxima quarta-feira, dia 26 de junho, no Salão Paroquial da Igreja Nossa Senhora de Fátima, beneficiando os moradores do bairro São Pedro (Pontal).

A ação pede que as empresas sejam proibidas de construir nos terrenos às margens da via, com multa de R$ 50 mil ao dia por descumprimento. As construtoras Thá, Silva Packer e P&P devem ser responsabilizadas por danos ambientais na Estrada da Rainha.


O promotor André Otávio Vieira de Mello, responsável pela 5ª Promotoria em Balneário Camboriú, apresentou à Justiça uma ação civil pública para que as construtoras citadas sejam punidas, além disso, ele pretende estabelecer multa mínima de R$ 50 milhões por dano moral coletivo.


Os pedidos ainda terão que ser analisados pela Justiça. Entre as obras, a única exceção é para a contenção da estrada, que o promotor considera urgentes. Na justificativa, Mello alega que as construtoras cometeram graves crimes ambientais ao retirarem vegetação de área que não fazia parte do primeiro projeto de duplicação apresentado. Afirma, ainda, que a autorização para o corte, dada pela Fatma, só era válida até 2009.


O advogado da Thá, Osmar Nunes Júnior, e o proprietário da Silva Packer, Carlos Humberto Metzner Silva, disseram não ter ainda conhecimento da ação. O secretário de Planejamento de Balneário, Auri Pavoni, proprietário da P&P, disse que as decisões tomadas na obra de duplicação foram estritamente técnicas.

 

O valor da passagem de ônibus em Porto Alegre será reduzido para R$ 2,80, no mínimo, afirmou o prefeito José Fortunati nesta terça-feira, 18, após mais um protesto realizado na capital, acompanhado de manifestações espalhadas pelo país, na noite de segunda-feira, 17.

 

A queda no valor, segundo ele, será possível pela isenção do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) sobre o transporte coletivo.

 

Ainda segundo Fortunati, também nesta terça-feira ele pedirá ao governador Tarso Genro a isenção de ICMS no óleo diesel do transporte coletivo. Fortunati diz ter certeza de que a Câmara irá aprovar a solicitação em regime de urgência. Se o pedido ao governador for acatado, a Justiça ainda precisará decidir sobre a liberação.

 

Em março, a passagem foi reajustada para R$ 3,05, mas voltou para R$ 2,85 após uma liminar obtida por vereadores de Porto Alegre. A prefeitura decidiu não recorrer da decisão.

 

Caso a redução se confirme, Fortunati adiantou que a prefeitura abrirá mão de R$ 15 milhões que são arrecadados com o transporte público em Porto Alegre. 

Mais de 250 mil pessoas saíram às ruas nesta segunda-feira, 17, pelo país para protestar contra o aumento das tarifas de transporte, a violência urbana, os custos da Copa do Mundo, a precariedade do serviço público, entre outras reivindicações. Manifestações aconteceram em 12 capitais e ao menos 16 cidades do interior.

 

A maioria aconteceu de forma pacífica. Mas, em algumas cidades, uma minoria radical causou vandalismo e protestos que acabaram em confronto com a polícia. No Rio de Janeiro, manifestantes deixaram um rastro de destruição na Assembleia Legislativa (Alerj).

 

Em São Paulo, o quinto e maior protesto em duas semanas causou a interdição de importantes vias, como a Marginal Pinheiros, a Avenida Paulista e a Ponte Estaiada. A manifestação reuniu cerca de 65 mil pessoas e foi considerada pacífica até um grupo tentar invadir o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo. A polícia reagiu com bombas de efeito moral e gás de pimenta e impediu o ato.

 

Em Brasília, os participantes invadiram a marquise do Congresso Nacional. Em Porto Alegre, manifestantes foram presos após depredarem mais de 50 contêineres e incendiarem ônibus. Em Belo Horizonte, houve confronto na Praça Sete. Em Fortaleza, o hotel da Seleção Brasileira foi alvo dos manifestantes.

 

Maceió, Vitória, Salvador, Belém, Curitiba e Recife também registraram protestos. Outras cidades do Brasil também foram palco de manifestações.

 

Manifestantes romperam na noite desta segunda, 17, o cordão de isolamento da Polícia Militar e ocuparam a marquise do Congresso Nacional onde ficam as cúpulas da Câmara e do Senado, em Brasília.

 

Inicialmente, os seguranças do Congresso conseguiram conter o acesso dos manifestantes, que subiram na marquise por uma das laterais do prédio.

 

O acesso à cobertura do Congresso não é permitido. Abaixo, a uma altura de cerca de cinco metros, há um espelho d'água. Por volta das 19h45, parte dos participantes do protesto começou a deixar a marquise.

 

A ação foi parte do protesto que reuniu milhares de pessoas em frente ao Congresso Nacional contra os gastos do país com as copas das Confederações e do Mundo e em apoio às manifestações em São Paulo contra o reajuste das tarifas do transporte público.

 

A Polícia Militar estimou em 5,2 mil o número de participantes da manifestação em Brasília. Entre os alvos do protesto está também a PEC 37, que limita o poder de investigação do Ministério Público e está em tramitação na Câmara.

 

 

O Defensor Público-Geral do Estado, Ivan Ranzolin, apresentou ao governador Raimundo Colombo, em audiência nesta segunda-feira, dia 17, um balanço das operações das unidades da Defensoria Pública de Santa Catarina.


Na capital, a média de atendimentos tem sido de 70 por dia. Estão em operação as unidades de Lages, Chapecó, Blumenau, Joinville e Criciúma. Segundo Ranzolin, até a próxima sexta-feira, dia 21, deve começar a funcionar também a defensoria de Itajaí.


A equipe inicial da Defensoria Pública do Estado conta com 15 defensores em Florianópolis e outros 30 distribuídos nas demais cidades contempladas nesta etapa, sendo cinco profissionais em cada município.


Ranzolin destacou que outros 15 defensores, já aprovados em concurso público, deverão ser chamados em agosto.


A Defensoria Pública é uma instituição permanente, custeada pelo Estado, que deve garantir aos cidadãos de baixa renda o direito à defesa judicial gratuita. Os defensores atuam como advogados dessas pessoas, representando-as judicialmente.

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